6.7 6.7 - Tipos de ataques em redes e aplicações corporativas e medidas de proteção.
Os ataques cibernéticos às corporações têm se tornado cada vez mais frequentes e sofisticados, representando um grande risco para a segurança de dados e informações confidenciais. Existem diversos tipos de ataques que podem ser realizados por hackers e criminosos virtuais, cada um com suas particularidades e objetivos específicos.

Um dos tipos mais comuns de ataque é o phishing, que consiste em enviar e-mails fraudulentos para os funcionários da empresa, com o objetivo de obter informações confidenciais, como senhas e números de cartão de crédito. Esses e-mails geralmente se passam por mensagens legítimas de bancos, lojas virtuais ou outras empresas, e podem conter links maliciosos ou arquivos infectados com malware.

Outro tipo de ataque comum é o ransomware, que consiste em infectar os sistemas da empresa com um vírus que criptografa os arquivos e impede o acesso aos dados. Os criminosos virtuais exigem um resgate em dinheiro para desbloquear os arquivos, o que pode causar grandes prejuízos financeiros e de reputação para a empresa.

Além desses tipos de ataques, existem também os ataques de negação de serviço (DDoS), que consistem em sobrecarregar os servidores da empresa com tráfego falso, impedindo o acesso ao site ou aos sistemas. Esse tipo de ataque pode ser utilizado como forma de extorsão ou para prejudicar a reputação da empresa.

Outra técnica utilizada pelos criminosos virtuais é a engenharia social, que consiste em manipular os funcionários da empresa para obter informações confidenciais ou acesso aos sistemas. Essa técnica pode ser realizada por meio de ligações telefônicas falsas, e- mails ou mensagens de texto fraudulentas, ou até mesmo pessoalmente.

Por fim, vale destacar os ataques realizados por meio de vulnerabilidades em softwares e sistemas operacionais. Os criminosos virtuais podem explorar brechas de segurança para obter acesso aos sistemas da empresa e roubar informações confidenciais. Por isso, é essencial manter todos os softwares e sistemas atualizados e protegidos por antivírus e firewalls.

Para se proteger desses tipos de ataques, é importante que as empresas invistam em medidas de segurança cibernética, como a utilização de senhas fortes e criptografia de dados, a realização de backups regulares, a implementação de políticas de segurança da informação e a conscientização dos funcionários sobre os riscos e as melhores práticas de segurança cibernética.

Em resumo, os ataques cibernéticos às corporações representam uma grande ameaça à segurança de dados e informações confidenciais. Por isso, é fundamental que as empresas estejam preparadas para enfrentar esses riscos por meio da implementação de medidas de segurança cibernética eficientes e da conscientização dos funcionários sobre os riscos e as melhores práticas de segurança cibernética.

Tipos de ataques em redes e aplicações corporativas de segurança e medidas de proteção

A segurança da informação é um assunto cada vez mais relevante para empresas de todos os tamanhos e segmentos. Com o aumento da digitalização dos processos, a exposição a riscos cibernéticos também cresce. Por isso, é fundamental conhecer os tipos de ataques em redes e aplicações corporativas de segurança, bem como as medidas de proteção adequadas para garantir a integridade dos dados e a continuidade dos negócios.

Tipos de ataques em redes e aplicações corporativas de segurança

Os ataques cibernéticos podem ser classificados em diferentes tipos, conforme sua finalidade e forma de execução. Dentre os principais, destacam-se:

1. Malware: é um software malicioso que tem como objetivo danificar ou controlar um sistema sem o consentimento do usuário. Os malwares podem se apresentar em diversas formas, como vírus, worms, trojans, ransomwares, entre outros.

2. Phishing: é uma técnica de engenharia social que consiste em enganar o usuário para que ele forneça informações confidenciais, como senhas e dados bancários. Geralmente, o phishing é feito por meio de e-mails falsos que imitam empresas conhecidas.

3. Ataques de negação de serviço (DDoS): são ataques que visam sobrecarregar um servidor ou rede com uma grande quantidade de tráfego, tornando-o indisponível para os usuários legítimos.

4. Injeção de SQL: é uma técnica utilizada para explorar vulnerabilidades em aplicações web que utilizam banco de dados. Por meio da injeção de comandos SQL maliciosos, o atacante pode obter acesso a informações confidenciais ou até mesmo executar comandos no servidor.

5. Ataques de força bruta: são ataques que tentam descobrir senhas ou chaves criptográficas por meio da tentativa de diversas combinações até encontrar a correta.

Medidas de proteção

Para proteger as redes e aplicações corporativas contra esses tipos de ataques, é necessário adotar medidas de segurança adequadas. Dentre elas, destacam-se:

1. Atualização de softwares: manter todos os softwares atualizados é fundamental para corrigir vulnerabilidades conhecidas e evitar a exploração por parte de atacantes.

2. Utilização de antivírus e firewalls: a utilização de antivírus e firewalls ajuda a detectar e bloquear a entrada de malwares e outros tipos de ameaças.

3. Autenticação forte: a utilização de autenticação forte, como o uso de senhas complexas e autenticação em duas etapas, dificulta a ação dos atacantes em caso de tentativa de força bruta ou phishing.

4. Backup regular: realizar backups regularmente é importante para garantir a recuperação dos dados em caso de perda ou corrupção.

5. Treinamento dos usuários: conscientizar os usuários sobre os riscos cibernéticos e as boas práticas de segurança é fundamental para evitar falhas humanas que possam comprometer a segurança da informação.

Conclusão

Os ataques cibernéticos representam uma ameaça real para as empresas, podendo causar prejuízos financeiros e danos à reputação. Por isso, é fundamental conhecer os tipos de ataques em redes e aplicações corporativas de segurança e adotar medidas adequadas para proteger as informações e garantir a continuidade dos negócios. A segurança da informação deve ser vista como uma prioridade estratégica para as empresas que desejam se manter competitivas no mercado atual.
6.7.1 Tipos de ataques em redes
Os ataques cibernéticos são ações maliciosas realizadas por hackers que visam comprometer a segurança, a integridade ou a disponibilidade de sistemas de informação, redes ou dados.

Existem diversos tipos de ataques cibernéticos, cada um com suas características, objetivos e formas de prevenção. Alguns dos principais tipos de ataques cibernéticos são:
  • Ransomware: um tipo de malware que criptografa os dados da vítima e exige um resgate para liberá-los. Esse ataque pode causar grandes prejuízos financeiros e operacionais para as empresas, além de colocar em risco informações confidenciais. Um exemplo de ransomware é o WannaCry, que afetou mais de 200 mil computadores em 150 países em 2017. Para se proteger desse ataque, é importante manter backups atualizados dos dados, usar antivírus e evitar abrir anexos ou links suspeitos.
  • Backdoor: uma porta de entrada clandestina que permite ao hacker acessar e controlar remotamente um sistema infectado. Esse ataque pode permitir o roubo de dados, a instalação de outros malwares ou a realização de outras ações maliciosas. Um exemplo de backdoor é o DoublePulsar, que foi usado em conjunto com o WannaCry para infectar os computadores. Para se proteger desse ataque, é importante atualizar o sistema operacional e os aplicativos, usar firewall e antivírus e evitar executar programas desconhecidos.
  • Phishing: uma técnica de engenharia social que consiste em enviar mensagens falsas que se passam por entidades confiáveis, como bancos, empresas ou órgãos públicos, para induzir o usuário a fornecer informações pessoais, financeiras ou sigilosas. Esse ataque pode levar ao roubo de identidade, ao acesso indevido a contas ou serviços ou à instalação de malwares. Um exemplo de phishing é o golpe do boleto falso, que envia um e-mail com um link para um boleto adulterado . Para se proteger desse ataque, é importante verificar a origem e a veracidade das mensagens recebidas, não clicar em links ou anexos duvidosos e usar senhas fortes e diferentes para cada serviço .
  • Spoofing: uma falsificação de endereços de IP, DNS ou e-mails que permite ao hacker se passar por outra pessoa ou entidade na internet. Esse ataque pode facilitar o phishing, o man-in-the- middle ou outras fraudes online. Um exemplo de spoofing é o ARP spoofing, que altera o endereço MAC associado ao endereço IP na tabela ARP da rede local . Para se proteger desse ataque, é importante usar conexões seguras (HTTPS), verificar os certificados digitais dos sites visitados e usar filtros de spam .
  • Man-in-the-middle: uma interceptação da comunicação entre duas partes na internet, como um cliente e um servidor, por meio de um hacker que se coloca no meio do caminho. Esse ataque pode permitir o roubo ou a alteração de dados transmitidos, como senhas, números de cartão de crédito ou informações bancárias. Um exemplo de man-in-the- middle é o SSL stripping, que remove a camada de segurança SSL/TLS da conexão entre o cliente e o servidor . Para se proteger desse ataque, é importante usar conexões seguras (HTTPS), verificar os certificados digitais dos sites visitados e evitar usar redes Wi-Fi públicas ou não confiáveis .
  • DoS (Denial of Service) e DDoS (Distributed Denial of Service): um tipo de ataque que visa sobrecarregar um servidor ou uma rede com uma grande quantidade de requisições falsas ou inválidas, impedindo que os usuários legítimos possam acessar os serviços oferecidos. Esse ataque pode causar indisponibilidade, lentidão ou perda de dados para as empresas e seus clientes. Um exemplo de DoS é o SYN flood, que envia uma série de pacotes TCP SYN para o servidor, sem completar o aperto de mão TCP  . Um exemplo de DDoS é o Mirai botnet, que usou dispositivos IoT infectados para gerar um tráfego massivo para os servidores alvo  . Para se proteger desse ataque, é importante monitorar o tráfego da rede, usar firewall e filtros de pacotes e contar com serviços de mitigação especializados  .
6.7.2 aplicações corporativas contra ataques
A segurança de aplicações corporativas é essencial para proteger os dados e as operações das organizações contra ataques cibernéticos.
Os ataques podem ter como alvo as redes, as aplicações ou as informações sensíveis das organizações, causando danos financeiros, reputacionais e operacionais.
Para prevenir e mitigar esses ataques, as organizações devem adotar medidas de segurança cibernética que abranjam os seguintes domínios:
  • Segurança da infraestrutura essencial: Práticas para proteger os sistemas de computadores, redes e outros ativos dos quais a sociedade depende para a segurança nacional, a saúde econômica e/ou a segurança pública. Por exemplo, o National Institute of Standards and Technology (NIST) criou uma estrutura de segurança cibernética para ajudar as organizações nesta área, enquanto o Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos (DHS) fornece orientação adicional.
  • Segurança de rede: Medidas de segurança para proteger uma rede de computadores contra intrusos, incluindo conexões com e sem fio (Wi-Fi). Por exemplo, o uso de criptografia, autenticação, firewalls e antivírus pode ajudar a prevenir o acesso não autorizado, a interceptação ou a modificação de dados na rede.
  • Segurança de aplicações: Processos que ajudam a proteger as aplicações que operam no local e na nuvem. A segurança deve ser incorporada às aplicações na fase de projeto, com considerações sobre como os dados são tratados, autenticação do usuário, etc. Por exemplo, o uso de codificação segura, testes de penetração, análise estática e dinâmica pode ajudar a identificar e corrigir vulnerabilidades nas aplicações.
  • Algumas soluções de software que podem auxiliar as organizações na segurança de aplicações corporativas são:
  • Microsoft Edge e Windows Defender Application Guard: Oferecem proteção contra a ameaça crescente de ataques direcionados usando a tecnologia de virtualização hyper-V líder do setor da Microsoft. Essas soluções isolam os sites não confiáveis em um ambiente separado, impedindo que o malware se espalhe para o dispositivo ou a rede do usuário.
  • Microsoft Exchange Online Protection (EOP): Oferece confiabilidade e proteção da classe empresarial contra spam e malware, mantendo o acesso a email durante e após emergências. Essa solução usa vários filtros e tecnologias baseadas em nuvem para bloquear mensagens indesejadas ou maliciosas antes que elas cheguem à caixa de entrada do usuário.
  • FortiDDoS: É uma solução em linha, desenvolvida especificamente para proteger as organizações contra interrupções causadas por ataques que inundam um alvo com pacotes e exaurem os recursos, fazendo com que a rede, aplicativos ou serviços fiquem indisponíveis para o tráfego legítimo. Essa solução usa inteligência artificial e aprendizado de máquina para detectar e interromper automaticamente vários ataques simultâneos de qualquer tamanho antes que os serviços falhem.
  • Cloudflare Web Application Firewall (WAF): É um serviço que monitora e filtra o tráfego HTTP entre uma aplicação web e a Internet. Ele pode bloquear ataques comuns como injeção de SQL, cross-site scripting (XSS), falsificação de solicitação entre sites (CSRF) e outros. Essa solução usa uma rede global distribuída para fornecer alta disponibilidade e desempenho aos aplicativos web.
6.7.3 medidas de proteção contra ataque.
Medidas de proteção contra ataque

Um ataque pode ser uma ameaça grave para a segurança e a privacidade de indivíduos, empresas e organizações.
Um ataque pode ter diferentes formas, como ransomware, phishing, terrorismo ou cibercrime.
Para se proteger contra ataques, é importante estar sempre alerta e informado sobre as ameaças existentes e emergentes, bem como sobre as melhores práticas de segurança e prevenção.

Algumas medidas preventivas que podem ajudar a reduzir os riscos e os danos potenciais são:
  • Fazer backup dos seus dados regularmente, tanto na nuvem como em um disco rígido externo, para evitar perder o acesso aos seus arquivos em caso de um ataque de ransomware. Por exemplo, se você usa o Windows 10, pode usar o recurso Histórico de Arquivos para fazer backup automático dos seus documentos, fotos e outros arquivos em um local de sua escolha.
  • Usar apenas conexões da web protegidas por HTTPS e redes confiáveis, como conexões residenciais ou móveis, para evitar que os seus dados sejam interceptados ou alterados em um ataque “man-in-the-middle”. Por exemplo, você pode evitar usar redes Wi-Fi públicas ou abertas quando estiver fazendo transações online ou acessando informações sensíveis, e usar uma VPN para criptografar o seu tráfego na internet.
  • Avaliar e implementar controles de segurança adequados para o seu dispositivo, como antivírus, firewall, criptografia e atualizações de software, para evitar que o seu dispositivo seja explorado por vulnerabilidades ou fraquezas. Por exemplo, você pode instalar um software de segurança confiável que proteja o seu dispositivo contra vírus, spyware e outras ameaças online, e manter o seu sistema operacional e os seus aplicativos atualizados com as últimas correções de segurança.
  • Não clicar em links inseguros, não abrir anexos de e-mail suspeitos e não divulgar informações pessoais a fontes não confiáveis, para evitar que o seu dispositivo seja infectado por malware ou que os seus dados sejam usados em um ataque de engenharia social. Por exemplo, você pode verificar o remetente e o assunto do e-mail antes de abri-lo, e usar um navegador seguro que bloqueie sites maliciosos e anúncios indesejados.
  • Alterar as suas credenciais frequentemente e usar senhas fortes e únicas para cada conta, para evitar que os seus dados pessoais sejam roubados ou usados em um ataque de phishing. Por exemplo, você pode usar um gerenciador de senhas para criar e armazenar senhas complexas e diferentes para cada serviço online que você usa.
  • Cooperar com as autoridades competentes e seguir as orientações de segurança em caso de um ataque terrorista, para evitar ser vítima ou facilitar a ação dos terroristas. Por exemplo, você pode ficar atento aos avisos e alertas emitidos pelas autoridades locais ou nacionais, e seguir as instruções de evacuação ou abrigo em caso de emergência.